Publicado por Redação

Echinacea angustifolia é o nome científico dado à planta conhecida, popularmente, de equinácea. Originada na América do Norte, esta erva ganha cada vez mais espaço na vida das pessoas.

No Brasil, por exemplo, também pode ser encontrada pelos nomes de flor-de-cone-roxo, flor-de-cone ou púrpura. Rica em diversos elementos amigos da saúde, as partes mais utilizadas da planta são as raízes e o rizoma, devido as propriedades medicinais destas áreas.

Propriedades desta planta

Levando em consideração que na composição química da equinácea existem elementos como os ácidos graxos, polissacarídeos e equinacosídeo, pode-se dizer então que a planta é considerada:

equinacea

Foto: Pixabay

  • Afrodisíaca;
  • Antialérgica;
  • Antibiótica;
  • Anti-inflamatória;
  • Antimicrobiana;
  • Antisséptica;
  • Depurativa;
  • Estimulante imunológico;
  • Fortificante;
  • Tônico linfático.

Benefícios da equinácea

Esta planta é utilizada para reforçar o organismo humano, podendo contribuir com o paciente na luta contra resfriados, gripes e outras infecções respiratórias mais simples. Auxilia o corpo na construção de uma resistência imunológica, principalmente tratando-se de crises de herpes, eliminando os ferimentos e lesões ocasionados por esta doença.

O tratamento feito com a equinácea é indicado ainda em casos de febres, alguns tipos de câncer e para as infecções bacterianas, como sinusite, bronquite crônica, amigdalite etc.

Além destas utilidades, a planta pode ser usada com o intuito de trabalhar melhor as funções do sangue e dos canais que levam o fluxo sanguíneo para todas as partes do corpo. Desta maneira, é eficaz para dilatar os vasos sanguíneos e assim melhorar a circulação deste líquido vital para o organismo.

Equinácea também é uma erva com propriedades capazes de cuidar do bem-estar da pele. Desta forma, garante a melhora da pele inflamada ou irritada, bem como promove a eliminação de furúnculos gangrena.

Contraindicações e cuidados

Mesmo tratando-se de um produto natural, a equinácea também tem suas contraindicações. Por exemplo, pessoas que possuem doenças que de certa maneira afeta o sistema imunológico do corpo, como a aids, diabetes, leucemia, tuberculose etc.

Outro aspecto que merece destaque é a respeito do uso, que precisa ser controlado, caso contrário há efeitos colaterais, a exemplo de irritação na garganta, náuseas, salivação excessiva e vertigem.

Além de todas estas recomendações, é essencial lembrar que os pacientes não devem usá-la como automedicação. Antes de mais nada, o indivíduo deve procurar um médico para encontrar alternativas mais acertadas para o tratamento e, se for o caso, conciliar este medicamento com outros passados pelo especialista.

ATENÇÃO: Nosso conteúdo é apenas de caráter informativo. Todo procedimento deve ser acompanhado por um médico ou até mesmo ditado por este profissional.