Publicado por Redação

Com o nome científico de Garcínia cambojia, a planta garcínia pode ser conhecida popularmente em algumas regiões como tamarindo, árvore do petróleo, goraka, citrino e malabar. Como o nome indica, ela é originária do Camboja e já há muitos anos era utilizada pelos nativos daquela região como aromatizante e para preservar os alimentos. Trata-se de uma árvore considerada pequena, com frutos que se assemelham a pequenas abóboras. Dos anos 90 para os dias de hoje, a garcínia passou a ganhar destaque por ser comercializada como redutor de apetite e poderoso emagrecedor. Confira as propriedades medicinais contidas na garcínia e como ela de fato atua no organismo.

Garcínia

Foto: Reprodução

Propriedades

As principais propriedades da planta garcínia são:

  • Anti-inflamatórias;
  • Antiviral;
  • Aromatizante;
  • Antioxidante;
  • Bloqueadora de gordura;
  • Condimentar;
  • Redutora de apetite.

Para que se possa compreender melhor, a garcínia é rica em ácido hidroxicítrico (AHC), substância fundamental para promover a perda de peso no organismo humano, e que age da seguinte forma:

  • Ela forma glicogênio, uma espécie de açúcar encontrado no sangue e nos músculos, e é para o glicogênio que vão as calorias que foram impedidas de serem armazenadas como gordura;
  • As calorias ingeridas pelo organismo seriam armazenadas como gordura; porém o AHC se une a enzimas importantes para que isso ocorra, bloqueando assim esse processo e inibindo o armazenamento de gordura;
  • Ainda, o AHC aumenta as taxas de glicogênio, responsáveis por informar o cérebro que o organismo já está saciado. Outro ponto importante realizado pelo AHC para reduzir o apetite é a emissão de serotonina, substância responsável pela sensação de bem estar e também pela redução de apetite.

Benefícios e indicações

Portanto, sim, a garcínia age como inibidora de apetite e promove o emagrecimento. Porém, suas características positivas e desejáveis não param por aí. O consumo da planta é muito indicado para auxiliar no tratamento – e em alguns casos até mesmo promover a cura – de males como disenteria, constipação, gripes e resfriados, aumentar a energia e fortalecer o sistema imunológico, prevenindo que se contraia muitas outras doenças.

Efeitos colaterais e contra indicações

O consumo exagerado da garcínia pode provocar dores de cabeça, problemas estomacais, náuseas e, dependendo da dose consumida, até mesmo intoxicação. Seu consumo é fortemente contra indicado para gestantes, lactantes, crianças com menos de 10 anos, diabéticos, pessoas portadoras de demência ou Mal de Alzheimer.

Como todo tratamento medicamentoso – seja ele natural ou não – o consumo da garcínia deve ser acompanhado por um médico de confiança e suas orientações devem ser seguidas. Em caso de reações indesejáveis, interrompa o uso imediatamente e busque auxílio médico. Jamais se auto-medique.

Consumo

A garcínia pode ser encontrada em farmácias e lojas de produtos naturais em forma de cápsulas ou óleos. Em ambos os casos, devem-se seguir as orientações prescritas na bula. É possível encontrá-la também como folhas secas prontas para o preparo de chá. Caso opte por utilizá-la dessa forma, leve ao fogo duas colheres de sopa de folhas da garcínia, juntamente com meio litro de água filtrada. Deixe ferver por 10 minutos, então coe e beba o chá duas vezes por dia.

ATENÇÃO: Nosso conteúdo é apenas de caráter informativo. Todo procedimento deve ser acompanhado por um médico ou até mesmo ditado por este profissional.