Publicado por Redação

O pinho silvestre, de nome científico pinus silvestris, L., pertence à família das araucariaceas e é nativo da Ásia, norte e centro da Europa, sistemas montanhosos da Europa mediterrânica e bastante cultivada no Brasil e em Portugal. Sua popularidade de cultivo se deu a partir do final do século XIX como um plano de povoamento florestal, sendo uma das plantas mais usadas para este fim.

Segundo alguns documentos dos séculos XVIII e XIX, algumas populações dessa árvore, presentes na Serra do Gerês, poderão ser indígenas, inclusive, tendo sido plantadas à época. A árvore pode chegar aos 40 metros de altura e é bastante comum que ultrapasse os 200 anos de vida.

A maturação das pinhas acontece ao outono, mas o pinhão cai somente de novembro de seu segundo ano. A floração acontece entre maio e junho. Ocorre normalmente em altitudes entre 200 e 2100 metros de altura, não sendo o pH do solo um fator determinante. A madeira é de grande qualidade e bastante apreciada pela Europa Ocidental. Suas folhas são usadas para o provimento de camas para o gado, a madeira para a carpintaria, marcenaria e ebanisteria, sendo que os mastros de barcos são, normalmente, dessa espécie e de somente uma peça.

Pinho silvestre

Foto: Pixabay

Propagação

A propagação da planta se dá por meio da semente, com 90 centímetros de distância, pelo menos. Coloque uma camada de matéria que possa inibir o crescimento de outras plantas ao redor, como folhas de pinheiro secas e casca de pinheiro.

Benefícios e propriedades da planta

Conhecido popularmente por suas propriedades béquicas, o pinheiro, também conhecido como pinho-silvestre, ajuda a tratar infecções pulmonares devido à presença de uma resina que fornece a essência conhecida como terebintina que possui propriedades bactericidas comprovadas cientificamente.

A planta ainda ajuda a tratar o catarro dos brônquios, podendo ser usada ainda de forma externa para o tratamento das nevralgias e reumatismos. A infusão dos brotos de pinheiro pode ser feita com 30 g para cada litro de água.

Sua resina era usada desde muito tempo pelos egípcios, pelos médicos árabes e por Hipócrates, sendo que sua gama de aplicações continua grande devido, principalmente, à presença de terebintina.

ATENÇÃO: Nosso conteúdo é apenas de caráter informativo. Todo procedimento deve ser acompanhado por um médico ou até mesmo ditado por este profissional.